Sabe uma coisa que me tira do sério? Gente que acha que pra eu ser legal eu tenho que ser igual a ela. Logo eu que sou uma amante confessa das diferenças... Não dá.
Me irrita saber que tem gente que pensa (e muito pior, que me julga!) que porque eu não estou cantando o tempo todo ou pulando por aí feito uma gazela saltitante, eu estou infeliz. Gente, hello, eu sou tímida, e não é porque eu não falo besteira, canto e brinco o tempo todo que eu estou numa depressão profunda ou de mal com o mundo.
Ah, e tem também aqueles (aquelas, actually) que insistem em fazer o papel de meu personal stylist. Oras, como eu já disse, eu sou tímida e é por isso mesmo que eu não vejo necessidade alguma de andar por aí feito uma árvore de Natal. Sem falar que tem gente por aí que tem um gosto, digamos, bastante duvidoso e eu prefiro mil vezes passar despercebida a ser lembrada por minhas roupitchas diferentes. Além do que o que fulano “acha” que fica bom nele, não necessariamente fica bom em mim e vice-versa.
É como diz aquele ditado que eu não vou repetir aqui porque sou educada, mas gosto é algo muito pessoal, não adianta você querer impor o seu às outras pessoas. E existe (mau) gosto pra tudo. Eu tenho o meu, você tem o seu, e assim a gente vai vivendo feliz nossa vida louca vida. E pense, já imaginou se todo mundo fosse sempre igual, tendo as mesmas reações, se comportando e se vestindo da mesma maneira? Todos iguaizinhos, feito peças de uma fabricação em série. O mundo seria chato, sem graça e previsível...
Gosto não se discute e é muito mais legal quando a gente aceita isso e respeita. Às vezes a gente até consegue ensinar um pouco do que a gente gosta para as outras pessoas, mas o melhor de tudo é também aprendemos pra caramba.
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